17 de dezembro de 2007

Para a minha história transistorizada


Hoje ao ler uma notícia sobre a celebração dos 60 anos do transistor achei curiosa a coincidência de, passados estes anos todos, ter andado a tirar umas fotos à velha Escola Militar de Electromecânica de Paço D'Arcos, no mesmo dia em que ocorreu essa efeméride.
Tudo isto terá alguma importância para quem como eu viveu a morte dos velhos equipamentos a válvulas e viu surgir uma quantidade de aparelhos transistorizados! Umas maravilhas da técnica que hoje bem podem estar em museus!!!
Para quem não sabe a foto acima apresenta o primeiro transistor laboratorial
E esta abaixo é a da minha "turma" de Mecânico de Radar-Terra em Paço D'Arcos (1967).

12 de dezembro de 2007

Notícia reveladora...

Segundo o "Diário Digital" de hoje o Tratado de Lisboa será assinado com canetas de prata individuais.
Isto revela o alto sentido de Estado e espírito solidário dos governantes europeus face às crescentes dificuldades de sobrevivência dos vários povos da Europa.

7 de novembro de 2007

“Palhaços” um trauma infantil

Há dois dias para cá tenho vindo a recordar alguma ansiedade que sentia quando era puto e ia ao circo ver os palhaços.
Primeiro porque não gostava de ver o palhaço rico sempre a “humilhar” o palhaço pobre e depois, principalmente, porque quase sempre não achava grande piada aos repetitivos truques a que as várias “parelhas” recorriam e que pareciam passadas a papel químico.
Na altura não me apercebia da miséria que estava encoberta naqueles sorrisos de palhaços de circo pobre.
Para mais vivi a minha meninice na terra onde morava o “Anhuca”...

Tudo isto a propósito da discussão do Orçamento Geral de Estado iniciado ontem na Assembleia da República.
Estive para ir lá porque estava criado um clima mediático muito forte e uma enorme expectativa em relação ao desempenho duma velha “parelha” da nossa praça.
Afinal ainda bem que não fui, porque segundo dizem para aí, o espectáculo foi pobre (como era de esperar) e nem sequer para rir deu.
Ainda bem, assim acho que não agravei o meu velho trauma de não achar graça aos “palhaços” sem qualquer ofensa para os dignos profissionais do circo.