novembro 25, 2010

Portugal de vento em popa?

Continuam as irresponsabilidade e os acordos duvidosos deste governo de "socialistas de mercado", sempre com o balcão à frente da barriga e prontos para fazer bons negócios para a pandilha e continuar a arruinar este cansado país!

Microsoft, uma empresa que "está a crescer em tempo de crise.!" ....
Pudera.,. de 160 milhões gastos em software em 2009 para 198 milhões no orçamento português de 2011


Exm. Sr.,

A Directora-Geral da Microsoft Portugal, Claudia Goya, e o Presidente da AIP-CCI, Jorge Rocha de Matos, convidam V.Ex.ª a participar, no próximo dia 07 de Dezembro, pelas 09.00 horas, no Centro de Congressos de Lisboa, à Junqueira, na Conferência"Elevar Portugal - Compromisso para a Competitividade”.

Este evento contará com a presença do Senhor Primeiro-Ministro, José Sócrates, e doPresidente da Microsoft Internacional, Jean-Philippe Courtois e será uma oportunidade para apresentar novos modelos e iniciativas de estímulo ao mercado português, bem como ouvir o testemunho de quem está a crescer em tempo de crise.

AGENDA

  • Sessão de Abertura
  • Painel “A importância das TIC para a Competitividade das Empresas Portuguesas”
  • Intervenção do Presidente da AIP-CCI
  • Intervenção do Presidente da Microsoft Internacional
  • Assinatura de Memorando "Elevar Portugal"
  • Sessão de encerramento por Sua Exa. O Primeiro Ministro

Contamos com a sua presença,

novembro 19, 2010

Ilustra bem a minha revolta!

Poema de agradecimento à "CORJA"

"Obrigado, excelências.
Obrigado por nos destruírem o sonho e a oportunidade
de vivermos felizes e em paz.
Obrigado
pelo exemplo que se esforçam em nos dar
de como é possível viver sem vergonha, sem respeito e sem
dignidade.
Obrigado por nos roubarem. Por não nos perguntarem nada.
Por não nos darem explicações.
Obrigado por se orgulharem de nos tirar
as coisas por que lutámos e às quais temos direito.
Obrigado por nos tirarem até o sono. E a tranquilidade. E a alegria.
Obrigado pelo cinzentismo, pela depressão, pelo desespero.
Obrigado pela vossa mediocridade.
E obrigado por aquilo que podem e não querem fazer.
Obrigado por tudo o que não sabem e fingem saber.
Obrigado por transformarem o nosso coração numa sala de espera.
Obrigado por fazerem de cada um dos nossos dias
um dia menos interessante que o anterior.
Obrigado por nos exigirem mais do que podemos dar.
Obrigado por nos darem em troca quase nada.
Obrigado por não disfarçarem a cobiça, a corrupção, a indignidade.
Pelo chocante imerecimento da vossa comodidade
e da vossa felicidade adquirida a qualquer preço.
E pelo vosso vergonhoso descaramento.
Obrigado por nos ensinarem tudo o que nunca deveremos querer,
o que nunca deveremos fazer, o que nunca deveremos aceitar.
Obrigado por serem o que são.
Obrigado por serem como são.
Para que não sejamos também assim.
E para que possamos reconhecer facilmente
quem temos de rejeitar.


Joaquim Pessoa