3 de outubro de 2015

Mais uma vez...

Venho por este meio, mais uma vez, desquitar qualquer responsabilidade nos resultados eleitorais que se irão apurar no domingo, caso se confirme a catástrofe anunciada pelas "sondagens".
Para não haver dúvidas, revelo que o meu voto vai para o Bloco de Esquerda contra a direita e o centro que têm lançado este país  na miséria vai para mais de 40 anos.
Para os senhores do P$ vai a minha indiferença relembrando-lhes que os votos nos "pequenos partidos" valem muito mais que os votos em quem não quer romper com a direita, o capitalismo e a tirania financeira da "Europa da ladroagem".
"Socialismo de chapéu de coco" já não existe. Agora resta o "Blairismo", "Hollandismo" e outros renegados.

Para terminar: Não acredito, mesmo com truques, de uma votação viciada através do medo e da chantagem que as pessoas desistam de viver e aceitem o "fado" da desgraça e da inevitabilidade.

Tantos anos de sacrifício, tantos anos de luta, tantos companheiros sacrificados para terminarmos assim? Não é possível.
Esta gentalha que nos tem roubado nos últimos anos deverá ser corrida do poder e mais tarde julgada pelos crimes que cometeu.

Aos que dizem que não vão votar (muitos até vão e sabe-se lá onde...) deixo-lhes um aviso: Depois não venham reclamar se não quiserem optar. Tenham vergonha!

Chega!
Num país que tem um presidente que se recusa a estar presente (pelo menos) à comemoração da implantação da República, não vale mesmo a pena perder mais tempo...

3 de agosto de 2015

Perdi hoje um velho companheiro das músicas

Com ele andei a vasculhar no baú da nossa colecção das músicas dos Anos 60 mais de 20 anos!

Aqui fica para memória futura a balada que ele escreveu e que alguém considerou ser a mais bela cantada em português nos idos 60's.
Tive enorme prazer em acompanhar então "Os Claves" Luís Pinto Freitas, Luís Freitas Branco e João Ferreira da Costa, por ocasião do lançamento de uma obra sobre o "Ié-Ié" do Luís Pinheiro de Almeida.
Fica a singela homenagem neste vídeo que captei e montei na altura.
Até sempre Luís!