Encontrei uma dica para esta actualização . Depois de a testar com sucesso e de acrescentar mais alguma informação aqui fica:
A actualização é simples. Feche o Firefox se o estiver executando.
Abra um terminal/consola e digite:
$ sudo add-apt-repository ppa:mozillateam/firefox-stable
para acrescentar este repositório.
De seguida, atualize o sistema:
$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get upgrade
Se o Ubuntu o informar sobre novas actualizações, confirme-as e pronto.
Se não, vá a Sistema/Administração/Gestor de Actualizações. Devem aparecer os pacotes Firefox para descarregar. Actualize
Abra o seu Firefox. Caso ele esteja em inglês, corrija adicionando em ferramentas/extras como o pacote:
http://releases.mozilla.org/pub/mozilla.org/firefox/releases/3.6/linux-i686/xpi/pt-PT.xpi
Reinicie o Firefox e tudo estará perfeito.
Verifique a actualização no menu Ajuda -> Sobre o Mozilla Firefox.
Cão que ladra não morde, mas Lobo que uiva ataca! Uivando juntos ganharemos mais força.
8 de fevereiro de 2010
11 de novembro de 2009
Codex Alimentarius

Tomei conhecimento de mais esta "nobre" iniciativa, não podendo deixar de a registar e, também uivar fortemente!
Cheira bastante mal porque os alimentos que nos querem impingir podem até já estar em putrefacção...
Há que acompanhar o assunto para ver se escapamos de uma possível "solução final" arquitectada pelos novos-democratas do século XXI!
Aqui uma reflexão
Leia aqui a voz oficial
22 de outubro de 2009
As macacadas da Microsoft
Há tempos experimentei algumas dificuldades ao usar o Firefox em ambiente Windows (XP). Na altura não atribuí grande importância porque cada vez menos utilizo aquele sistema operativo.
Ontem, o XP que tinha em dual-boot com o Ubuntu no meu portátil finou-se...
Ainda tentei recuperá-lo com os discos OEM fornecidos pelo fabricante ( apenas porque o paguei quando adquiri a máquina) mas o "animal" nunca mais se levantou entrando naqueles ecrans azuis fatais!
Problema resolvido: Inseri o Live CD do Ubuntu 9.04 e depois de "desinfectar" o HD fiquei com tudo limpinho e arrumadinho.
Mas isto tudo vem a propósito, não do lançamento do 7 mas de uma notícia que me espantou.
Segundo o cronista (que referencio à frente), a Microsoft expôs os utilizadores do Firefox, em ambiente Windows, a algumas vulnerabilidades através de um add-on supostamente para o IE... O caso assume uma maior gravidade já que o componente era adicionado ao Firefox sem conhecimento e/ou consentimento dos utilizadores.
Leiam aqui toda a história
Ontem, o XP que tinha em dual-boot com o Ubuntu no meu portátil finou-se...
Ainda tentei recuperá-lo com os discos OEM fornecidos pelo fabricante ( apenas porque o paguei quando adquiri a máquina) mas o "animal" nunca mais se levantou entrando naqueles ecrans azuis fatais!
Problema resolvido: Inseri o Live CD do Ubuntu 9.04 e depois de "desinfectar" o HD fiquei com tudo limpinho e arrumadinho.
Mas isto tudo vem a propósito, não do lançamento do 7 mas de uma notícia que me espantou.
Segundo o cronista (que referencio à frente), a Microsoft expôs os utilizadores do Firefox, em ambiente Windows, a algumas vulnerabilidades através de um add-on supostamente para o IE... O caso assume uma maior gravidade já que o componente era adicionado ao Firefox sem conhecimento e/ou consentimento dos utilizadores.
Leiam aqui toda a história
17 de setembro de 2009
Hoje fala o Costa (2)
Vivemos uma época com processos e modelos curiosos: não foi possível a execução de um condenado à morte nos Estados Unidos, que esperava à 20 anos no corredor da morte, porque, durante 2 horas, a equipa médica não conseguiu dar-lhe a injecção letal por não lhe encontrar veias que a suportassem. Ao que parece, resultado da dependência das drogas do condenado.
Na política portuguesa, guardando as devidas distâncias, parece haver modelo similar: há muitos anos que os portugueses dizem, figurativamente, que os seus políticos precisam de uma injecção letal mas parece que não conseguem encontrar-lhes as veias. Talvez por os “condenados” estarem drogados com o poder.
Para comprovar isto basta ouvir os portugueses comuns no dia-a-dia, o Prof. Adriano Moreira (velho conservador, considerado uma pessoa inteligente e insuspeito de esquerdista maldizente, que disse hoje que os eleitores vão escolher o menos péssimo dos candidatos a 1º Ministro) ou verificar que um programa humorístico como o Gato Fedorento foi visto na entrevista “a brincar” com Ferreira Leite pelo dobro dos portugueses que tinham visto o debate “a sério” Sócrates/Ferreira Leite.
Só posso concluir que a questão da maioria absoluta é uma treta porque depende da formulação da pergunta: se fosse pedido aos portugueses para votarem aprovando o descrédito dos seus políticos, estou certo que, pelo menos os que estão mais próximos do poder, obteriam largas maiorias absolutas.
A propósito do programa dos Gato Fedorento: os políticos até agora ouvidos têm ultrapassado as minhas expectativas relativamente ao seu bom humor. Têm-me feito perceber como têm conseguido, nos últimos 20 anos, pôr, ao mesmo tempo, a rir a bandeiras despregadas os banqueiros, os especuladores, os amigos bem empregados, os cartéis das obras públicas e a rir até às lágrimas os desempregados, os jovens a recibo verde, os que não podem pagar a casa com o seu salário mínimo.
Francisco Costa Duarte
Na política portuguesa, guardando as devidas distâncias, parece haver modelo similar: há muitos anos que os portugueses dizem, figurativamente, que os seus políticos precisam de uma injecção letal mas parece que não conseguem encontrar-lhes as veias. Talvez por os “condenados” estarem drogados com o poder.
Para comprovar isto basta ouvir os portugueses comuns no dia-a-dia, o Prof. Adriano Moreira (velho conservador, considerado uma pessoa inteligente e insuspeito de esquerdista maldizente, que disse hoje que os eleitores vão escolher o menos péssimo dos candidatos a 1º Ministro) ou verificar que um programa humorístico como o Gato Fedorento foi visto na entrevista “a brincar” com Ferreira Leite pelo dobro dos portugueses que tinham visto o debate “a sério” Sócrates/Ferreira Leite.
Só posso concluir que a questão da maioria absoluta é uma treta porque depende da formulação da pergunta: se fosse pedido aos portugueses para votarem aprovando o descrédito dos seus políticos, estou certo que, pelo menos os que estão mais próximos do poder, obteriam largas maiorias absolutas.
A propósito do programa dos Gato Fedorento: os políticos até agora ouvidos têm ultrapassado as minhas expectativas relativamente ao seu bom humor. Têm-me feito perceber como têm conseguido, nos últimos 20 anos, pôr, ao mesmo tempo, a rir a bandeiras despregadas os banqueiros, os especuladores, os amigos bem empregados, os cartéis das obras públicas e a rir até às lágrimas os desempregados, os jovens a recibo verde, os que não podem pagar a casa com o seu salário mínimo.
Francisco Costa Duarte
13 de setembro de 2009
Hoje Fala o Costa (1)
Embora o Costa me tenha dito que não é o Rocha, não posso deixar de discordar e dar o pontapé de saída com este tema da nossa política caseira
Ouvi, integralmente, o debate Sócrates/Ferreira Leite. Digo ouvi porque estava em viagem e, portanto, não vi os sorrisos encantadores, os olhares sedutores, os piscares de olho ao eleitorado cúmplice, a determinação na pose para cativar os indecisos, a adequação das vestimentas para os eleitores estético/formalistas. Como não sei nada dessas estratégias de comunicação (a nossa querida taitiana Fátima é que poderá dar-nos uma ajuda) para mim nada altera. Como nestas alturas passamos logo a chupar comentários que vão ser "notícia" durante, 3 dias, não vos quero privar do meu comentário imediato, a quente:
1- Nada que não soubessemos já: a política de verdade da Dra. Ferreira Leite tem muitas mentiras, omissões e meias-verdades; a política de propaganda do Engº Sócrates tem muita propaganda, algumas mentiras e algumas verdades; No fundo o desejo de ajudar a generalidade dos portugueses é comum, as profundezas, às vezes, é que assustam!
2 - Concluí do debate o seguinte, em forma de metáfora (que, se não é, poderia ser bíblica):
- Imaginem que são muito ricos, filantropos, caridosos e boas pessoas (lamento e/ou desculpem, se me engano nalguma das preposições);
- que não têm filhos mas dois sobrinhos que herdarão a vossa fortuna e a vossa obra:
- o mais velho não parece dizer coisa com coisa, o pouco que diz não bate com o pouco que fez, parecendo disléxico, ausente e de pouca inteligência;
- o mais novo é activo e faz umas coisas - mesmo que sem escrúpulos - bem parecido e bem falante, auto-convencido que não ouve ninguém e apanhado em algumas aldrabices;
A quem deixariam a vossa fortuna e a direcção da vossa obra filantrópica? Ao mais velho, que provavelmente faria falir tudo nos 2 anos seguintes? Ou ao mais novo, que rentabilizaria o vosso património, ainda que, se calhar, deixasse cair a vossa obra filantrópica e caridosa?
Não estão a ver, pessoas avisadas, como fazer dois em um, dando uma lição de vida aos pretensiosos e procurando um melhor futuro?
Deserdariam os sobrinhos, fariam uma Fundação e procuravam alguém que achassem competente!
Bolas, até um capitalista do tempo do fascismo percebeu isso!
Francisco Costa Duarte
Ouvi, integralmente, o debate Sócrates/Ferreira Leite. Digo ouvi porque estava em viagem e, portanto, não vi os sorrisos encantadores, os olhares sedutores, os piscares de olho ao eleitorado cúmplice, a determinação na pose para cativar os indecisos, a adequação das vestimentas para os eleitores estético/formalistas. Como não sei nada dessas estratégias de comunicação (a nossa querida taitiana Fátima é que poderá dar-nos uma ajuda) para mim nada altera. Como nestas alturas passamos logo a chupar comentários que vão ser "notícia" durante, 3 dias, não vos quero privar do meu comentário imediato, a quente:
1- Nada que não soubessemos já: a política de verdade da Dra. Ferreira Leite tem muitas mentiras, omissões e meias-verdades; a política de propaganda do Engº Sócrates tem muita propaganda, algumas mentiras e algumas verdades; No fundo o desejo de ajudar a generalidade dos portugueses é comum, as profundezas, às vezes, é que assustam!
2 - Concluí do debate o seguinte, em forma de metáfora (que, se não é, poderia ser bíblica):
- Imaginem que são muito ricos, filantropos, caridosos e boas pessoas (lamento e/ou desculpem, se me engano nalguma das preposições);
- que não têm filhos mas dois sobrinhos que herdarão a vossa fortuna e a vossa obra:
- o mais velho não parece dizer coisa com coisa, o pouco que diz não bate com o pouco que fez, parecendo disléxico, ausente e de pouca inteligência;
- o mais novo é activo e faz umas coisas - mesmo que sem escrúpulos - bem parecido e bem falante, auto-convencido que não ouve ninguém e apanhado em algumas aldrabices;
A quem deixariam a vossa fortuna e a direcção da vossa obra filantrópica? Ao mais velho, que provavelmente faria falir tudo nos 2 anos seguintes? Ou ao mais novo, que rentabilizaria o vosso património, ainda que, se calhar, deixasse cair a vossa obra filantrópica e caridosa?
Não estão a ver, pessoas avisadas, como fazer dois em um, dando uma lição de vida aos pretensiosos e procurando um melhor futuro?
Deserdariam os sobrinhos, fariam uma Fundação e procuravam alguém que achassem competente!
Bolas, até um capitalista do tempo do fascismo percebeu isso!
Francisco Costa Duarte
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