Cão que ladra não morde, mas Lobo que uiva ataca! Uivando juntos ganharemos mais força.
28 de dezembro de 2007
No País dos "Moirinhos" II
Porque será que Portugal apresenta os piores índices europeus (económico, social, educativo, produtividade, etc) e tem a “Bolsa de Valores” mais bem classificada?
17 de dezembro de 2007
Para a minha história transistorizada
Hoje ao ler uma notícia sobre a celebração dos 60 anos do transistor achei curiosa a coincidência de, passados estes anos todos, ter andado a tirar umas fotos à velha Escola Militar de Electromecânica de Paço D'Arcos, no mesmo dia em que ocorreu essa efeméride.
Tudo isto terá alguma importância para quem como eu viveu a morte dos velhos equipamentos a válvulas e viu surgir uma quantidade de aparelhos transistorizados! Umas maravilhas da técnica que hoje bem podem estar em museus!!!
Para quem não sabe a foto acima apresenta o primeiro transistor laboratorial
E esta abaixo é a da minha "turma" de Mecânico de Radar-Terra em Paço D'Arcos (1967).
Tudo isto terá alguma importância para quem como eu viveu a morte dos velhos equipamentos a válvulas e viu surgir uma quantidade de aparelhos transistorizados! Umas maravilhas da técnica que hoje bem podem estar em museus!!!
Para quem não sabe a foto acima apresenta o primeiro transistor laboratorialE esta abaixo é a da minha "turma" de Mecânico de Radar-Terra em Paço D'Arcos (1967).
12 de dezembro de 2007
Notícia reveladora...
Segundo o "Diário Digital" de hoje o Tratado de Lisboa será assinado com canetas de prata individuais.
Isto revela o alto sentido de Estado e espírito solidário dos governantes europeus face às crescentes dificuldades de sobrevivência dos vários povos da Europa.
Isto revela o alto sentido de Estado e espírito solidário dos governantes europeus face às crescentes dificuldades de sobrevivência dos vários povos da Europa.
23 de novembro de 2007
7 de novembro de 2007
“Palhaços” um trauma infantil
Há dois dias para cá tenho vindo a recordar alguma ansiedade que sentia quando era puto e ia ao circo ver os palhaços.
Primeiro porque não gostava de ver o palhaço rico sempre a “humilhar” o palhaço pobre e depois, principalmente, porque quase sempre não achava grande piada aos repetitivos truques a que as várias “parelhas” recorriam e que pareciam passadas a papel químico.
Na altura não me apercebia da miséria que estava encoberta naqueles sorrisos de palhaços de circo pobre.
Para mais vivi a minha meninice na terra onde morava o “Anhuca”...
Tudo isto a propósito da discussão do Orçamento Geral de Estado iniciado ontem na Assembleia da República.
Estive para ir lá porque estava criado um clima mediático muito forte e uma enorme expectativa em relação ao desempenho duma velha “parelha” da nossa praça.
Afinal ainda bem que não fui, porque segundo dizem para aí, o espectáculo foi pobre (como era de esperar) e nem sequer para rir deu.
Ainda bem, assim acho que não agravei o meu velho trauma de não achar graça aos “palhaços” sem qualquer ofensa para os dignos profissionais do circo.
Primeiro porque não gostava de ver o palhaço rico sempre a “humilhar” o palhaço pobre e depois, principalmente, porque quase sempre não achava grande piada aos repetitivos truques a que as várias “parelhas” recorriam e que pareciam passadas a papel químico.
Na altura não me apercebia da miséria que estava encoberta naqueles sorrisos de palhaços de circo pobre.
Para mais vivi a minha meninice na terra onde morava o “Anhuca”...
Tudo isto a propósito da discussão do Orçamento Geral de Estado iniciado ontem na Assembleia da República.
Estive para ir lá porque estava criado um clima mediático muito forte e uma enorme expectativa em relação ao desempenho duma velha “parelha” da nossa praça.
Afinal ainda bem que não fui, porque segundo dizem para aí, o espectáculo foi pobre (como era de esperar) e nem sequer para rir deu.
Ainda bem, assim acho que não agravei o meu velho trauma de não achar graça aos “palhaços” sem qualquer ofensa para os dignos profissionais do circo.
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