junho 19, 2005

EUROPA DO SOCIAL OU DO ECONÓMICO?

É esta, aparentemente, a grande divergência entre os ?patrões? da comunidade.
Os ricos não querem pagar e os pobres até prescindiam de parte da esmola para receberem uns ?tostões?.
Aparentemente são este engulhos que estão a enfraquecer a Europa.
Há dias ouvi um reformado dizer na televisão que os franceses tinham votado contra o tratado porque defendem um modelo social ultrapassado. Segundo ele, o que a Europa precisa é de um modelo económico liberal para fazer frente aos Estados Unidos e à China. Quem recebe uma reforma de 3 600 contos mensais tem de falar assim porque esse modelo defende os interesses de uma ?elite? com poder. Refiro-me ao Eng.º Mira Amaral.
Mas será este verdadeiramente o problema? Claro que não. Esta Europa não vai a lado nenhum porque quem determina a política é uma minoria de burocratas e representantes do grande capital multinacional. Os povos da Europa estão a retroceder para a época da Revolução Industrial nas suas condições de vida.
Talvez a História pregue uma partida aos poderosos? É preciso olhar o passado, verificar os erros cometidos e rasgar novos rumos que alterem este estado de coisas.

junho 16, 2005


Infinito Posted by Hello

Em memória de Eugénio de Andrade

Frente a frente

Nada podeis contra o amor,
Contra a cor da folhagem,
contra a carí­cia da espuma,
contra a luz, nada podeis.
Podeis dar-nos a morte,
a mais vil, isso podeis
- É tão pouco!

Eugénio de Andrade
(1923-2005)

junho 14, 2005

Sereno e Firme!


Fito o horizonte em busca da mudança.
As velhas mentalidades, com novas roupagens,
parecem estar na ordem do dia.
Que é feito do Homem Novo?
Posted by Hello

junho 13, 2005

Os Jovens de Hoje

Os jovens de hoje gostam do luxo,
são mal comportados,
desprezam a autoridade,
não têm respeito pelos mais velhos e
passam o tempo a falar em vez de trabalhar,
não se levantam quando um adulto chega,
contradizem os pais,
apresentam-se em sociedade com enfeites estranhos,
apressam-se a ir para a mesa
e comem os acepipes,
cruzam as pernas
e tiranizam os seus mestres.

SOCRATES
(470-399 A.C.)