Corriam os
Anos 90 quando integrei um projecto de música popular portuguesa lá
para os lados da Moita, “OFF&SINA DE MÚSICA”. Aos fins de
semana aproveitávamos o tempo a construir um repertório muito fruto
da pesquisa que o João fazia indo buscar temas ao cancioneiro
popular português, cantos de resistência e muito mais...
Faziam
parte da "banda": JoãoPimentel (cordas, arranjos e direcção), VítorFélix (cordas, ponteira e voz), Rui Silva (flauta e sax), Álvaro
Faria (percussões), JaimePereira (baixo eléctrico), Pedro Martins (teclados) e Isabel e
Paula nas vozes femininas. Mais tarde viríamos a contar com a voz
do Francisco Naia.
Concerto contra a guerra do Golfo
Uma
das características mais interessantes do grupo residia nas várias
vivências musicais dos seus elementos. Eu vinha do Pop-Rock com
passagem prolongada pela MPB feita por cá e trazia a influência dos
“graves eléctricos” misturados com a negritude dos sons que
oferecia uma espécie de “fusão” com o tradicional das cordas do
João e do Vítor mas duma forma inovadora. As percussões do Álvaro
acrescentavam um sabor “afro-cubano” à coisa, enquanto os
teclados do Pedro ajudavam a dar corpo às várias ideias e arranjos.
Ainda
hoje estou para saber onde fui “arranjar” aquelas frases
“baixísticas”, eu que nunca fui um tecnicista!
Recordo
alguns espectáculos em que participámos: Feira da Moita; No Porto e
Almada, em apoio a uma actividade política; No 1.º de Maio em
Setúbal (1991); E ainda num concerto contra a guerra do Golfo, no
antigo Pavilhão dos Desportos. Este último, no dia 27 de Fevereiro
de 1991, dizendo nós por piada que tínhamos acabado com a guerra.
De facto no dia seguinte isso foi anunciado ao mundo!
1.º de Maio - Setúbal (1991)
Passados
28 anos resolvemos marcar um almoço para matar saudades, isto no
seguimento de um encontro que tive com o João Pimentel a propósito
do lançamento do livro e CD da sua autoria: "Vinho&Amigo o
Mais Antigo" - Canções de beber dedicadas aos verdadeiros
amigos pela OFF&SINA DE MVSICA.
Depois
de uma feijoada à Transmontana que a Isabel preparou de uma forma
soberba dando o mote ao “vinho & amigo o mais antigo” foi
uma tarde muito bem passada.
Sabem
que mais, achei todos na mesma. O Vítor Félix hoje um gaiteiro de
primeira água; O João Pimentel sempre com o saber recordar; O
Álvaro Faria que me pôs a alcunha do "molas", por eu
estar sempre a tocar aos saltos, grande percussionista e um homem
enérgico do caraças, ainda hoje está assim; Infelizmente o Rui
Silva já partiu e o Pedro Martins não sabemos onde pára.
Os "4 mosqueteiros" da Off&Sina de Música - Janeiro 2019
Embora
a vida se tenha encarregue de nos separar, vale a pena recordar a
música, a cumplicidade e a amizade que nunca morreu.
Quando no início de 2016 comecei a sentir mais
conforto e paz de espírito prometi a mim próprio, e terei
confidenciado a poucas pessoas, que escreveria umas linhas de
agradecimento a muitas pessoas que foram importantes para a minha
recuperação de um carcinoma na próstata que inesperadamente me
“apanhou” nesta fase da vida.
Estou em falta há cerca de 3
anos mas depois de me encher de coragem e me começar a organizar
aqui está: Como se diz na reinação “O prumutido é duvido”
A minha mulher ajudou muito
como memória porque se não fosse ela a maior parte dos nomes
daquelas e daqueles que me ajudaram no IPO teriam ficado para sempre
esquecidos. Afinal lá estavam eles todos num “carnet” onde ela
regista tudo e mais alguma coisa.
No dia 3 de Dezembro de 2015
pelas 9 da manhã entrei na UCA/Braquiterapia depois de ter sido
“escoltado” por 3 senhoras enfermeiras que me levaram numa cama
rolante de um dos quartos de internamento, onde tinha entrado no dia
anterior às 16 horas e pernoitado (e ó que noite!)*. A “excursão”
pelas “catacumbas” do IPO, como referia uma das bem dispostas
senhoras, parecia fazer parte de uma encenação, mas não. A “cama
rolante”(*1) teve de fazer um percurso que incluiu descidas de
elevador, passagens subterrâneas para finalmente “aterrar” na
UCA depois de nova descida por outro elevador.
Ia ser submetido a uma
braquiterapia de alta taxa que a Dra. Maria Fortunato me tinha
recomendado para evitar muitas sessões de radioterapia. Das 36 que
eram necessárias apenas tive que fazer 13 graças a este tratamento.
Recordo como se fosse hoje, quando ela me perguntou se eu aderia ao
tratamento ao que respondi: Eu faço o que a Senhora Dra. achar
melhor. E assim foi.
Na sala da braquiterapia
esperava-me uma equipa que podia ser de futebol porque eram 11 se não
me engano: 2 médicas radiologistas, 2 físicos, 2 urologistas, 1
anestesista, 2 enfermeiras e 2 enfermeiros. E lá estive até às
15:30h, hora a que cheguei ao recobro onde matei a fome com a
especialidade da cozinha do IPO, segundo o enfermeiro que ma
arranjou: Um arroz doce com pudim incluído depois de um cházinho e
uma torrada!
Saí no dia seguinte.
De 23
a 31 de Dezembro de 2015, e de de 4 a 13 de Janeiro de 2016 recebi
as sessões de radioterapia. Todas as manhãs era recebido com
carinho e simpatia por 3 meninas fantásticas que cuidavam para que
tudo corresse bem do ponto de vista técnico e humano. As três 5
estrelas!
Muito se passou entretanto e
seria fastidioso estar aqui a relatar as dificuldades vividas. Uma
coisa foi certa tive um acompanhamento fantástico que me permitiu
chegar aos dias de hoje praticamente recuperado.
Não posso deixar de realçar
a acção da Dra. Maria Fortunato que nunca deixou de me apoiar e que
ainda hoje me segue. Para ela vai o meu primeiro destaque.
Para todas e todos os outros
médicos, enfermeiros administrativos e auxiliares o meu
reconhecimento pelo grande humanismo que demonstraram ao longo do
tempo.
Aqui fica o registo de todos os nomes que
recordo: Radioterapia Dra. Maria Fortunato
Dra. Cristina
Travancinha
Enfermeira Dora
Enfermeira Vânia
Enfermeira
Ana Técnicas Rádio – Carla, Inês e Dina Auxiliar Sábado Administrativos – José Luís Alves e Élia
Carraca Urologia
Dr. Jorge
Silva
Dr. Eduardo Silva
Enfermeira Cláudia
Psiquiatria
Dr. João Graça
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(*) Após ingerir uns litros de um líquido
muito eficaz fiquei mais limpinho por dentro tipo “OMO lava mais
branco”!
(*1) As coisas roladas parecem perseguir-me ou não
fosse eu um verdadeiro “Rocker” ☺!
Há dias saltou-me à vista um cartaz, que tendo já alguns meses, me levou a recordar alguns episódios tristes e lamentáveis passados comigo recentemente.
Nasci em Belas no Século passado (1948) e desde os 7 anos de idade que vivo em Queluz, onde casei e vi crescer os meus filhos que tiveram um acompanhamento nos cuidados de saúde que sempre considerei excelentes, sempre no SNS e num "Centro de Saúde" que resistiu anos a fio na rua dos Lusíadas.
A mudança de instalações que levou anos de discussões autárquicas parecia abrir uma nova etapa nos cuidados de saúde à população.
Tal como diz o cartaz "Aqui vai nascer o Centro de Saúde de Queluz..." mas ainda não nasceu...
Médico de família não há, atendimento salvo uma ou outra excepção é péssimo, contactos, marcações, etc, isso então uma dor de cabeça. É ver filas de pessoas às 7 da manhã. ao frio à espera de serem atendidas. Se juntarmos a isto a arrogância de algumas funcionárias temos um quadro deplorável e inqualificável. Devo fazer justiça ainda à enfermagem que conheço há muitos anos e que deve ser a única mais valia existente.
Tenho várias queixas e reclamações apresentadas no local e nos serviços responsáveis dos quais ainda não obtive respostas ou soluções para os meus problemas. Recorri ainda ao Provedor de Justiça (porque há anos tinha tido uma boa experiência na resolução de alguns problemas) que após várias insistências da minha parte produziu uma resposta tipo "NIM".
Vamos lá agora a esclarecer aqui umas coisinhas...
Não alinho na fácil acusação aos políticos actuais no governo sobre a miséria em que se encontra o SNS. Este serviço foi sabotado há muitos anos... Anos 80/90 onde tudo começou a passar para o privado graças ao "capitalismo popular" defendido pelo "grande timoneiro" da direita.
Não confio no actual ministro da Saúde e também não percebo porque razão os partidos da esquerda não denunciam COM FACTOS E NÚMEROS os crimes cometidos pelo governo da troika. Será difícil perceber que depois de tal destruição feita pelo governo que o actual presidente gosta tanto de enaltecer o do (PPD-CDS) é impossível recuperar a situação que é continuamente sabotada pelos privados e pelos seus "aliados" que minam o SNS?
Podem contar com a minha resistência. Seguros de saúde NÃO, assistência privada NÃO.
Continuarei a bater-me por um SNS e não abdico daquilo a que tenho direito: Uma assistência condigna, eficiente, profissional e HUMANA.
Nem de propósito. Ao passar por uma livraria, no final da tarde, dou de caras com um título sugestivo e bem a propósito da data.
Da sua Introdução:
"Em Outubro de 1975, o Ministério da Indústria e Tecnologia elaborou um relatório sobre as actividades da ITT em Portugal com vista à preparação de uma decisão do governo sobre este grupo multinacional. O relatório, que é a base principal deste livro, contém importantes elementos para compreender a estratégia económica do imperialismo e particularmente a sua mais importante componente: as multinacionais. Desse relatório a revista independente "Política Socialista" publicou um resumo em Maio do ano corrente, o que constituiu, por assim dizer, a primeira revelação sistematizada das escandalosas manobras de sabotagem económica da ITT contra o 25 de Abril." (Dezembro de 1976).
Aqui fica uma bela retrospectiva dos aplaudidos "mercados" que continuam a ser saudados por aqueles que acreditam no "Pai Natal", "Senhora de Fátima" e outras crendices.
Ontem a ITT, hoje a Golman Sachs e amanhã outra merda qualquer para nos sugar o sangue e impedir de ser LIVRES e FELIZES!
Ironia do destino: O euro a que estamos agarrados continua a ser a moeda oficial da nossa desgraça. E foi com 1 euro que eu comprei este livrinho (200,482 PTE).
No passado dia 18 de Março realizou-se mais
um evento Ubuntu graças à cooperação entre a comunidade Ubuntu-pt
e a Associação “Olho Vivo” que contou com o apoio da Junta de
Freguesia de Queluz-Belas. A sessão decorreu na Sala Multiusos Fernando
Ribeiro Leitão durante toda a tarde e contou com a participação de
cerca de 20 pessoas interessadas na procura de alternativas no campo
do software, nomeadamente no que toca ao Software Livre.
Participaram
membros da Comunidade Ubuntu-pt que fizeram apresentações técnicas,
testemunhos pessoais e ajudaram na instalação do
Ubuntu em máquinas de participantes. No final da sessão foi oferecida à “Olho
Vivo” uma máquina com o “Ubuntu Mate” instalado para promover
e divulgar o GNU/LINUX Ubuntu junto da equipa da Associação.
Ontem quando me disseste já com bastante dificuldade: Até amanhã, senti que era quase uma despedida.
Acabo de saber que enfim descansaste.
O filme volta todo para trás e de repente vêm-me à memória tantos momentos que vivemos com generosidade e esperança: O 25 de Abril de 1974, as lutas que travámos na empresa onde eu e a tua companheira Adélia trabalhávamos; Foi por isso que nos conhecemos; A luta da Rádio Renascença ocupada pelos trabalhadores, em que tu pertencias à CT; O tenebroso 25 de Novembro de 1975 que foi o ponto final numa História que poderia ter sido BELA e que degenerou nas troikas da puta que os pariu.
Esta é a imagem que guardarei de ti:
Foste um lutador toda a tua vida e por isso nutrias um profundo amor pelo teu próximo, nunca esquecendo as contradições do ser humano.
Adoravas a Guiné-Bissau e a gloriosa História da Revolução conduzida por Amílcar Cabral. Não poupavas os traidores e os corruptos e até tiveste algumas chatices com o blogue que alimentavas
Para nós que acreditamos que a revolução é um acto de amor fica claro que tu tinhas que deixar um rasto de profunda sensibilidade humana. Foi para o teu neto, o teu herói preferido, de quem falavas com tanta admiração, que deixaste uma memória tão bonita
Para finalizar um espólio de memórias (algumas bem amargas) a que te deste ao trabalho de vasculhar bem no fundo dum baú vindo da "noite negra do fascismo"
Fica aqui a minha singela homenagem ao companheiro Carlos Filipe, homem de firmes convicções e princípios, coisa que hoje já é pouco comum.
Nada faria prever que passados uns dias após ter
tido uma amena cavaqueira com o TiagoCarrondo acerca do projecto Fairphone e logo na ante-véspera do
Natal viesse a encontrar um postal da DHL na minha caixa de correio.
Não tinha comprado nada, não esperava nenhuma
encomenda…
Vai daí comecei por recordar que me tinha
inscrito no canal Fairphone 2 + Ubuntu Touch por curiosidade. Tinha
também trocado E-Mails com uma Marketeer do Fairphone.
Como já há muitos anos que não acredito nem
costumo esperar pelo “Pai Natal” resolvi pôr tudo em pratos
limpos, ligando para a DHL para ter mais elementos. Cheguei à
conclusão que a coisa vinha da Holanda. Pois claro era um Fairphone
que estava a chegar.
A primeira impressão foi muito curiosa porque
ali estava um telefone que não fazia chamadas (nem sequer o SIM
reconhece) mas que prometia umas boas horas de “luta” para o
começar a conhecer.
Esquecendo que o Ubuntu nele instalado ainda é
uma versão pré-Alpha e por isso muito condicionada pus-me a
actualizar o software para a versão 11 que lá estava disponível…
Resultado: O telefone bloqueou e não mais
reiniciou.
Como nestas coisas, muitas vezes, é assim que
se aprende, lá me pus a ler as centenas de mensagens trocadas pelos
muitos técnicos participantes no canal Fairphone 2 + Ubuntu Touch do
Telegram.
Antes de continuar a descrever esta aventura
gostava de deixar aqui já um link para o projectoFairphone. Vale a pena conhecer.
Quero destacar desde já um ponto
importantíssimo: Ao contrário das grandes marcas que vendem
produtos FECHADOS sem que o utilizador possa adaptar, modificar e
usar os meios tecnológicos como quer, O Fairphone com Ubuntu Touch é
uma peça que trará a LIBERDADE de se usar um telefone sem estar
sujeito às regras rígidas do hardware e software proprietários.
Não é importante? A papinha está toda feita? E os custos
disso?
“Acredito num futuro não muito remoto
em que o utilizador é quem vai MANDAR. O fim da era de milionários
esquizofrénicos, tão “espertos” que quase comandam a indústria
como se um cartel de droga se tratasse…”
Dois dias depois…
Após o “repasto natalício” pus-me a
pesquisar como sair da dormência pouco “justa” e aqui, mais uma
vez, sublinho a diferença de se estar dependente de uma assistência
PAGA ou então optar por pertencer a uma comunidade mundial com
milhões de utilizadores, programadores e entusiastas que trocando
entre si experiências, ajudam a resolver os problemas que vão
surgindo.
Mas voltemos ao caso: Após várias incursões
por esta página enchi-me de coragem para percorrer o caminho indicado no guia
tendo em vista recuperar o software do telefone.
Ao mesmo tempo
comecei a fazer perguntas no canal do Fairphone- Ubuntu Touch do
Telegram.
Pôr o telefone em fastboot e entrar no recovery…
Ui que coisas tão amedrontadoras para um leigo. Afinal nem tem muito
que se lhe diga. O medo de errar é que nos trava!
O procedimento de facto não é muito amigável e
leva o seu tempo a interiorizar. Botão de volume para cima, botão
do volume para baixo, premindo ao mesmo tempo o botão de ligar.
Veio-me à memória um post do Ubuntu-pt-UbuntuPhoners, quando
alguém, referindo-se ao Fairphone, confessava que o que gostava
mesmo era de ter um telefone com interruptores, botões e tudo!
Lá fui progredindo: Primeiro não conseguia
entrar em fastboot, vim a descobrir que o cabo USB que usava não
prestava para isso, depois de usar outro lá me alegrei quando
apareceu a mensagem desejada no terminal. Reparem que apesar das
adversidades as etapas iam-se cumprindo a caminho do objectivo. Agora
já não era possível desistir e a coisa passou quase a ser uma
obsessão.
Graças ao meu “MacBook-Killer” artilhado com
o Ubuntu 16.04 LTS foi-me possível recuperar o Ubuntu Touch no
Fairphone depois de instalarsoftware para o efeito
Vale a pena referir que o laptop que uso teria
custado uns 1500 € se fosse de marca (Windows ou Mac). Na
Assismática adquiri um
maquinão e não chegou a 800 €.
E lá estava o Fairphone a olhar para mim e a
perguntar: Então quando é que me consegues “Rebootar”?…
Reiniciado o caminho para colocar o Fairphone em
fastboot lá consegui cumprir todas as etapas até ter a máquina
pronta para o recovery.
Os ficheiros descarregados para
o laptop iam agora
ser transferidos
para o Fairphone.
Um erro inesperado: Depois de copiar os comandos
assinalados no guia deparei-me com uma situação caricata:
Este era o comando a ser dado no terminal:
Quem é bom observador? (não vale ver a solução
abaixo)
Um comando mal copiado (incompleto) não me
deixava completar o processo.
Como resolvi?
Recorrendo à
“ajuda on-line”
Ultrapassado o erro comecei a ver no terminal o
processo de descarga da versão 9 do Ubports a correr.
Depois de um bom bocado o telefone vibrou e fez o
Reinício!
Eis o Ubuntu a “abrir” no Fairphone:
Depois foi completar o Passo 6 (Flashar o
Fairphone com o “Ubuntu+Fairphone image”
Finalizo este testemunho agradecendo primeiro a
possibilidade de ter tido o Fairphone para testar, a todos os que me
ajudaram a aprender mais umas coisas neste mundo fantástico do
Software Livre. Sei bem que é um terreno fértil em discussão,
encontros e desencontros por muita gente boa que quer contribuir para
o seu desenvolvimento e expansão.
Do ponto de vista dos Princípios situo-me como
um modesto utilizador do GNU/LINUX, aberto às mensagens dos
defensores do Open Source mas muito atento aos alertas da FSF(Free Software Foundation) à FSFE
e à ANSOL da qual sou
associado.
Comecei a utilizar e a cooperar com o Ubuntu em
Janeiro de 2007 e confesso que é a distro que mais gosto. Tenho
também utilizado e testado outras variantes como o Ubuntu Mate, que
tenho numa máquina mais velha (ASUS A6JC com cerca de 12 anos).
Foi precisamente essa máquina que substituí
este ano cedendo o A6JC à minha filha.
Tudo se pode substituir cedendo o que ainda é
válido a outros. Esse é o princípio que tenho esperança se
mantenha no campo do Software Livre: Evoluir sem Destruir!
Uma palavra final aos companheiros do Ubuntu-pt.
Que o Novo Ano que se aproxima nos traga forças e engenho para
engrandecermos o GNU/LINUX Ubuntu.
Obrigado a Todos!
Nota final:
São LIVRES de criticar, partilhar, alterar o que
quiserem.
Que textos como este possam entusiasmar qualquer um a
libertar-se das muitas “grilhetas digitais” que por aí andam.
Acreditem é a única forma de contribuir para o
desenvolvimento sustentado da Humanidade.
Numa alcateia, os 3 primeiros são os mais velhos ou doentes e vão à frente para marcar o ritmo do grupo. Se fosse ao contrário, estes ficariam para trás e perderiam o contacto com a alcateia.
Logo atrás seguem-se os 5 mais fortes e no centro seguem os restantes membros da alcateia.
No final do grupo seguem os outros 5 mais fortes e por último, sozinho, segue o lobo alpha que controla tudo desde trás. Nessa posição consegue controlar todo o grupo, decidir a direcção a seguir e antecipar os ataques dos adversários.
A alcateia segue ao ritmo dos anciãos e sob o comando do líder que impõe o espírito de entreajuda não deixando NUNCA ninguém para trás.
Obrigado Fernanda por me teres enviado este texto.
Ao lermos este artigo do finado "Diário de Lisboa" de 1988 podemos perceber porque estamos hoje como estamos.
A indústria naval portuguesa foi destruída para engordar os estaleiros do Norte da Europa.
Há dias fui surpreendido num espaço comercial da grande Lisboa pela excelente actuação desta Orquestra de jovens. Confesso que fiquei pouco entusiasmado quando a minha mulher me chamou a atenção para o anúncio do evento.
Afinal em boa hora eu estava lá e que banho de entusiasmo e de bem tocar que aquelas/eles jovens deram a muita gente, que como eu, assistiu àquele evento.
Muitos falam em "integração" mas poucos SABEM INTEGRAR e melhorar a nossa sociedade.
As fotos e o pequeno vídeo falam por si.
É disto que a Europa retrógrada e esclerosada precisa: Umas boas "porradas" de tímpanos para ver se acorda!
Nota: Perdoem a pouca qualidade deste registo mas o que importa é a divulgação desta iniciativa fantástica.